“O Conde de Monte Cristo” de Alexandre Dumas

Como uma obra pode ir além dos preceitos de seu movimento literário, vencendo o tempo e se tornando aprazível ainda hoje.

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Alexandre Dumas

Algumas estéticas literárias são complicadas de se digerir atualmente. O Romantismo, sem dúvida, é uma delas. O leitor do romance desse período é obrigado a lidar com um conceito de amor casto e espiritual muito diferente daquele sexualizado com que a mídia recheia o nosso dia a dia; é obrigado a entender o apego absurdo a conceitos como honra em uma sociedade na qual essa ideia é vagamente lembrada; é obrigado a digerir um nacionalismo com que o brasileiro pouco se identifica. Em suma: trata-se de uma estética com diversos elementos que encontram pouco eco no leitor do século XXI. Se você passou pela escola nas últimas décadas e teve que encarar Iracema, Ubirajara, O Guarani, entre outros, sabe bem a que me refiro.

Porém, a necessidade de ficar sempre nas literaturas de língua portuguesa tira de nós a possibilidade de ler algumas obras muito mais interessantes produzidas dentro dos preceitos românticos. É o caso d’O Conde de Monte Cristo, do francês Alexandre Dumas.

Alguns pontos desse livro merecem destaque. O primeiro deles reside na carismática personagem central, o marinheiro Edmond Dantès. Como bom herói romântico, ele é um jovem de coração puro, querido pela tripulação do navio em que trabalha e em que está prestes a assumir o posto de capitão. Está também apaixonado pela bela catalã Mercedes, moça de alma virginal com quem pretende se casar. Porém, no dia marcado para essas bodas, o jovem se vê vítima de uma violenta traição, causada pela inveja de terceiros. É a partir dela que ocorre a grande virada da personagem. De um moço simples e ingênuo, Dantès torna-se uma pessoa fechada, de uma observação perspicaz, tomada por um sombrio e cruel desejo de vingança. É verdade que os bons sentimentos da personagem continuam em seu interior, o que vai sendo revelado aos poucos por meio de algumas de suas ações ou até por marcadores linguísticos, como a expressão “anjo vingador”, que ele mesmo utiliza para se descrever. Fica claro que estamos lidando com um homem bom que fará coisas questionáveis em nome da justiça. Entretanto, seus sentimentos nessa nova fase fogem do tradicional padrão romântico e acabam lançando uma sombra de dúvida sobre a validade dos seus atos. E é justamente isso o que torna esse indivíduo tão interessante. Ao contrário de muitos heróis do período, Dantès evolui, adapta-se, questiona-se ao longo da história – ou seja, mostra-se muito mais real que a média das personagens românticas que costumamos ver. É um ser menos perfeito e, por isso mesmo, alguém que dá gosto de acompanhar.

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Os que já leram Senhora, de José de Alencar, podem perceber semelhanças entre Dantès e Aurélia. A protagonista de Alencar também é uma moça enganada que trata de buscar a vingança e a moralização daquele que a traiu. Dada a proximidade, não é impossível que o autor brasileiro tenha se inspirado em Dumas para escrevê-la. As datas, ao menos, conferem: O Conde de Monte Cristo foi publicado, no modelo de folhetim, entre os anos de 1844 e 1846 na França, e chega apenas um ano depois aos jornais do Brasil. Já Senhora passa a circular por aqui tempos mais tarde, em 1875. Porém, independentemente da possível inspiração, muitos consideram este o melhor romance de José de Alencar, percepção que pode muito bem estar relacionada a essa maior complexidade e ousadia da protagonista, bem na linha do que Dumas fez com o seu Dantès.

Além do caráter mais instigante da sua personagem central, O conde de Monte Cristo apresenta um trabalho com o romance folhetinesco de dar inveja. São reviravoltas atrás de reviravoltas, ganchos após ganchos, mantendo o leitor entretido e curioso para saber o desenvolvimento das ações. Tudo o que o folhetim clássico tem de melhor. Nesse sentido, Dumas assemelha-se aos nossos mais habilidosos escritores de novelas televisivas. É um João Emanuel Carneiro da ficção francesa. Autor este que, por sinal, teve ser maior êxito na televisão brasileira até agora com uma história de, vejam só… vingança.

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Nina (Débora Falabella), em “Avenida Brasil”, novela de João Emanuel Carneiro

Sabe-se, aliás, que Dumas inaugurou um modelo de trabalho semelhante ao que usam os novelistas atuais, com uma série de colaboradores. O conde de Monte Cristo foi produzido dessa forma. Os contratados de Dumas desenvolviam brevemente os argumentos gerais dos capítulos e ele, posteriormente, dava ao que já estava escrito o seu toque, montando os diálogos, lapidando as cenas. Isso ocorreu devido ao enorme sucesso alcançado por suas histórias. O romance em folhetim explodiu na França no período e, para publicar mais rápido e escrever mais livros ao mesmo tempo, o autor adotou tal expediente. Obviamente, essa espécie de “produção industrial” foi bastante criticada por alguns e chegou até a lhe render um processo pelos direitos autorais da obra aqui discutida.

Mas ler O conde de Monte Cristo é deixar as desconfianças advindas desse modelo de lado. As personagens são, no geral, bastante envolventes, assim como os desdobramentos das subtramas, cheios de coincidências e elementos que vão se conectando aos poucos, revelando, aos nossos olhos estupefatos, as etapas cuidadosamente planejadas por Dantès para executar a sua vingança. Dumas consegue, com habilidade, engajar seu leitor. E, de quebra, insere no enredo elementos da vida política francesa da época, trabalhando fatos históricos de forma menos agressiva e mais orgânica do que muitos dos romances brasileiros. Acompanhamos ocorridos sobre Napoleão ou a República de perto, ouvindo as conversas das personagens sobre o tema, vendo como estão relacionadas com um e outro lado por meio de suas ligações familiares ou profissionais. Assim, a entrada dos elementos políticos nunca soa grosseira ou impositiva, mas simplesmente como uma parte da vida do período.

Tudo isso mostra como Dumas aproveita bem os elementos do Romantismo – melhor, talvez, do que escritores do lado de cá do Atlântico. Porém, não sejamos injustos com os nossos, que, como sabemos, tinham o seu projeto de construção de uma literatura nacional. O fato é que o desenvolvimento de temas universais (como o da vingança) tem muito mais apelo e atravessa melhor o tempo. É claro que há pontos em Dumas que ainda soarão anacrônicos ao leitor de hoje, como o romance mais açucarado de um determinado casalzinho ou as razões que levam a um certo suicídio. Porém, em uma análise ampla, O conde de Monte Cristo tem aspectos suficientes para agradar profundamente os nossos leitores modernos. E até, quem sabe, reconciliá-los com a estética romântica.

 

By Carolina Prospero – site/blog  Homo Literatus

 

 

 

 

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“O ATENEU” – de Raul Pompéia TRABALHO 1

Letras e Textos

O Ateneu – Introdução à obra de Raul Pompéia

Por Profª Andréa Belizário

Um texto marcado por características do naturalismo,
mas que não se limita a seguir os preceitos desse
movimento literário.
O Ateneu, livro de Raul Pompéia que tem como subtítulo Crônica de
Saudades, foi publicado em folhetins em 1888. Considerada uma das grandes
obras da literatura brasileira, narra os dois anos em que Sérgio, o
protagonista, vive no internato chamado Ateneu.
A primeira dificuldade na análise do livro é enquadrá-lo numa categoria fixa,
ou seja, fazer uma classificação rígida sobre que tipo de romance ele
representa. Pode ser considerado desde um relato autobiográfico até um
romance de formação, ou ainda uma típica narrativa de cunho naturalista.
Vistas isoladamente, no entanto, essas abordagens deixam a dever no
entendimento final da obra.

NATURALISMO SUBVERTIDO

De acordo com os preceitos do romance naturalista, ao qual se pode associar
o livro, depreende-se…

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“O Cortiço” de Aluísio Azevedo Introdução à obra

Letras e Textos

“O Cortiço” de Aluísio Azevedo

Introdução à obra –

TRABALHO 1                                              Por Profª Andréa Belizário

 

 A obra busca recriar a realidade dos agrupamentos humanos sujeitos à influência da raça, do meio e do momento histórico. O predomínio dos instintos no comportamento do indivíduo, a força da sensualidade da mulher mestiça, o meio como fator determinante do comportamento são algumas das teses naturalistas defendidas pelo autor ao lado de denúncias sociais. O protagonista do romance é o próprio cortiço, onde se acotovelam lavadeiras, trabalhadores de pedreira, malandros e viúvas pobres.O livro retrata a vida de um cortiço do Rio de Janeiro do século XIX junto com todos os seus problemas sociais, os personagens são formados de mulatos, negros, burgueses e portugueses e são comparados a…

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O ALIENISTA – Machado de Assis Introdução à Obra TRABALHO 1

Letras e Textos

O Alienista  – de Machado de Assis

Introdução à obra

                                                           Por  Profª Andréa Belizário

Um livro gostoso de ler, uma surpresa a cada página, personagens atípicos e crédulos da suposta superioridade européia na medicina da loucura. Tremenda crítica à sociedade que o autor nunca perderia a oportunidade de demostrar sua patética e hipócrita face.  Percebe-se a irônica crítica de Machado de Assis à sociedade burguesa daquela época.

O Alienista é um clássico e a história, se passa no séc. XlX.

 Dr.Simão Bacamarte,  casado com apática “senhoura”, D.Evarista, consegue da Câmara de Vereadores de Itaguaí, verba para fundar a “Casa de Orates”, ou “Casa Verde”, um hospício onde o sinistro e empertigado médico resolve estudar os limites entre a razão e a…

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A crise econômica de 2015 é inevitável

Atualmente falamos na crise econômica de 2015, não como uma possibilidade, mas sim como um fato consumado dependendo apenas de data exata para acontecer.

Não se trata mais de indagar se a crise econômica irá acontecer ou não em 2015, pois essa questão já foi esclarecida, trata-se agora de saber quando ela terá início e qual será a sua dimensão.

A questão agora é saber qual será o tamanho da crise econômica de 2015 e de que forma ela irá impactar os diversos setores da economia e também as finanças das pessoas.

Os motivos para a crise econômica de 2015

Tirando o governo atual, qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento de economia e finanças, vê tranquilamente os sinais da crise por todos os lados. Não precisa nem ler revistas e relatórios de consultorias especializadas, basta fazer suas compras mensais em qualquer supermercado, concorda?

O artigo O Fim do Brasil, publicado pela consultoria Empiricus, provocou um grande alvoroço no mercado, mas na verdade ele simplesmente listou as análises e conclusões que já vinham sendo comentadas em diversos ambientes empresariais.

 
 
 
ARTIGO DE OPINIÃO
 A Crise econômica de 2015 no Brasil
A crise vem de anos atrás, a culpa não é somente do governo a culpa é geral. O povo dá o seu voto de graça para um governo que promete melhorias, mas parece que vivemos em uma sociedade que vive em um mundo surreal, que se vende por R$35,00 mensais, através de um ”bolsa família”, achando que isso irá suprir sua necessidade, mas não é o que estamos vendo em jornais, revistas e televisões. 
Preços básicos da economia, como luz e combustíveis já sofreram um reajuste monstruoso. O salário do brasileiro está cada dia mais baixo e os valores das coisas ainda mais altos. 
Milhares de pessoas vão para ruas gritar pelos seus direitos,  mas isso não é o suficiente, enquanto as pessoas não tiverem noção que o que estamos passando é só o começo. Elas vão começar a  cobrar quem está governando o país, mal sabem elas que foram as próprias que escolheram isso, e tudo isso é consequência de um povo que fala tanto de direitos e são alienados na hora de votar.
Não devemos somente planejar o futuro, temos que agir agora! Depois de nós veêm as outras gerações; somos um bom país, um país resolvido, um país que ao invés de ir para trás vai para frente, mas isso não depende só da metade da população, isso depende de todos nós juntos, se não sempre viveremos nessa alienação. Vamos lutar pelo nosso direito com consciência e dignidade.
NOME: BIANCA MENDES N3 2B
NOME: KAROLYNE PARDINHO N16 
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Cuidado com estranhos

30 de novembro de 2015

O hipócrita que odeia esconde o seu ódio atrás da bajulação. Ele pode falar muito bem, mas não acredite no que ele diz porque o seu coração está cheio de ódio. Ele pode disfarçar, mas todos acabarão vendo a sua maldade. Provérbios. 26:24-26

Uma pessoa diferente enviou um pedido de amizade para Fátima. Ela não conhecia o dono daquele nome e pesquisou seu perfil para ver se encontrava algum amigo em comum, Não havia nenhum. Mesmo assim ela o aceitou, pensando que não haveria nenhum mal em fazer um novo amigo. Pouco tempo depois, o rapaz a chamou para conversar no chat do site de relacionamentos. Depois de se apresentar, falou que morava na mesma cidade que ela, que tinham a mesma idade e identificava vários interesses em comum.

O rapaz, que usava o nome de Gregório, elogiava Fátima dizendo que ela era muito bonita e que gostaria de conhecê-la melhor. A menina se envaidecia com suas palavras, mas não dizia onde morava e desconversava quando o assunto era encontrá-lo. Afinal, seus pais jamais permitiriam que ela saísse com um garoto, pois era uma pré-adolescente.

Gregório, entretanto, continuava insistindo. Ele chegou a pedir-lhe que aceitasse ser sua “namorada virtual”, e a garota aceitou. Fátima contava segredos e desabafava sobre assuntos que a incomodavam. Seu “namorado” a ouvia e dava-lhe conselhos. Repetidamente o garoto teimava em querer se encontrar com ela, e também pedia que ela lhe mandasse fotos. Fátima não atendia aos seus apelos, pois sabia que isso não era seguro.

Com tanta atenção e elogios, a garota sentiu-se atraída por Gregório. Com coragem, Fátima contou tudo para a mãe. Depois de uma longa conversa, a mãe convenceu a filha a excluir o rapaz dos seus contatos. Providencialmente fizeram isso, pois Gregório não era um garoto. Tratava-se de um homem de 30 anos que enganava crianças por meio da internet.

Você já deve ter ouvido a frase: “Não fale com estranhos.” Isso se aplica ao mundo virtual. Não adicione pessoas desconhecidas e com as quais você não tenha algum amigo em comum. Cuide com as informações que você compartilha na internet, pois existem pedófilos que se utilizam delas para atrair crianças e adolescentes. Há criminosos utilizando as redes sociais para cometer maldades.

Quando algum estranho tentar estabelecer contato com você em seu perfil social, avise seus pais. Eles saberão como proceder diante desse assunto.

                                                                       “Cada Dia Uma Nova História” –  Inspiração Juvenil  – by  Dennis Cruz

Jornal de Poesias “Augusto dos Anjos” By 2º D – Ano 2015

 

Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu em 28 de abril de 1884, no Engenho do Pau d’Arco (PB).

Seus pais eram proprietários de engenhos, os quais seriam perdidos alguns anos mais tarde, em razão do fim da monarquia, da abolição e da implantação da república.

Foi educado pelo próprio pai até ao período antecedente à faculdade. Formou-se em Direito no Recife, contudo, nunca exerceu a profissão. Criado envolto aos livros da biblioteca do pai, era dedicado às letras desde muito cedo. Ainda adolescente, o poeta publicava poesias para o jornal “O Comércio”, as quais causavam muita polêmica, por causa dos poemas era tido como louco para alguns e era elogiado por outros. Na Paraíba, foi chamado de “Doutor Tristeza” por causa de suas temáticas poéticas.

Em 1910, casa-se com Ester Fialho, com quem tem três filhos. O primeiro filho morre prematuramente. Quando a situação financeira da família se agrava, com o advento da industrialização e a queda do preço da cana-de-açúcar, o autor muda-se para o Rio de Janeiro. Nesta cidade, enfrenta o desemprego até conseguir o cargo de professor substituto na Escola Normal e no Colégio Pedro II, complementando-o com a renda das aulas particulares.

Em 1914, transfere-se para Minas Gerais, por causa de uma nomeação como diretor do Grupo Escolar de Leopoldina, a qual conseguiu com ajuda de um cunhado. Após alguns meses da mudança, o poeta morre aos 12 de novembro do mesmo ano, vitimado por pneumonia.

Augusto dos Anjos vivenciou a época do parnasianismo e simbolismo e das influências destas escolas literárias através de seus escritores, como: Olavo Bilac, Alberto de Oliveira, Cruz e Souza, Graça Aranha, dentre outros. Porém, o único livro do escritor, intitulado “Eu”, trouxe inovação no modo de escrever, com idéias modernas, termos científicos e temáticas influenciadas por sua multiplicidade intelectual. Pela divergência dos assuntos tratados pelo autor em seus poemas em relação aos dos autores da época, Augusto dos Anjos se encaixa na fase de transição para o modernismo, chamada de pré-modernismo.

O poeta tinha como tema uma profunda obsessão pela morte e teve como base a idéia de negação da vida material e um estranho interesse pela decomposição do corpo e do papel do verme nesta questão. Por este motivo foi conhecido também como o “Poeta da morte”.
Sua única obra marca a literatura brasileira pela linguagem e temática diferenciadas.

retirado de:

.com

TRABALHO PARTE 2 AVALIAÇÃO – LIVRO: O MENINO E O BRUXO – MOACYR SCLIAR

P.E.N.T.E

Para conhecer sua leitura e avaliá-la, é necessário que você desenvolva o  P.E.N.T.E

Se ainda não conhece o termo “P.E.N.T.E”,  leia abaixo e terá melhores informações sobre o que fazer com cada letrinha desta. E só assim, sua leitura poderá ser aplicada e demonstrar o que  você absorveu da história. Vamos lá?

  1. Leia abaixo a explicação, retirada dos blogs SALA CRIATIVA; e O NERD ESCRITOR
  2. Coloque em prática, de forma dissertativa, conte-nos a história respondendo aos ítens do  P.E.N.T.E, (por escrito em folha separada). Boa Prova!

P.E.N.T.E

Personagem, Enredo, Narrador, Tempo, Espaço.

Sem isso nenhuma história se suporta. Não cria um fator que chamamos de “Verossimilhança” na literatura. Ainda que o objetivo às vezes seja causar um “Estranhamento”, a verossimilhança deve estar presente. Um texto sem ela não é coerente.

Vocabulário:

Verossimilhança  =  Que tem aparência de verdade, semelhante à verdade.

P.E.N.T.E “Não, amigos, obviamente não estou falando da belíssima adaptação que os funkeiros brasileiros fizeram a partir de uma música do Fat Boy Slim.
Falo aqui da estrutura que todo texto narrativo, em prosa, necessita para ganhar vida e forma.” – comentário do blog O Nerd Escritor.

P.E.N.T.E  =   Personagem, Enredo, Narrador, Tempo, Espaço.

TRABALHO PARTE 1 – LIVRO “O MENINO E O BRUXO” – by MOACYR SCLIAR

youtube=http://youtu.be/jAzMzpJsI8s

ROTEIRO:

  1. Assista ao link acima para conhecer melhor o tema e a personagem,  e a quem se refere, um dos maiores escritores brasileiros, Machado de Assis.

2. Em que ano foi publicado o livro ” O Menino e o Bruxo” de Moacyr Scliar? ”

3. Pesquise sobre a biografia do autor e conte resumidamente quem foi Moacyr Scliar?

4. Anexe ao trabalho um conto inteiro de Moacyr Scliar:

5.Responda em 5 ou 10 linhas: O que você não sabia sobre Machado de Assis  no livro “O Menino e o Bruxo” lhe ensinou?

“O menino e o Bruxo” by Moacyr Scliar

pt.slideshare.net/mariareciclona/o-menino-e-o-bruxomoacyrScliar

 Acessem ao link acima e leiam em forma de slides  o livro “O Menino e o Bruxo”
                          

O menino e o bruxo

Ática, 2010 – 120 páginas
No Rio de Janeiro do século XIX, um garoto mulato, pobre e gago acorda de um sonho em que se vê um escritor famoso, rodeado de gente importante que o olha com respeito e admiração. Mas sua realidade é muito diferente – logo ele estará nas ruas, tímido e triste, tentando vender os doces que sua madrasta prepara. Não tem sorte, não vende nada… E, no entanto, um mágico acontecimento irá mudar para sempre sua vida, produzindo um encontro que será fundamental para ele se tornar uma das maiores celebridades brasileiras. Como o menino Joaquim Maria se transformou no grande Machado de Assis é o que você verá nesta surpreendente ficção de Moacyr Scliar, baseada em fatos reais.